Ultrassom da Face
Você já sentiu dor, inchaço, sensação de pressão, desconforto ao mastigar ou falar, ou até mesmo encontrou um caroço inesperado na região do rosto e ficou sem saber qual exame fazer para investigar a causa? Essa situação é mais comum do que parece e costuma gerar preocupação, principalmente porque a face reúne estruturas delicadas que não podem ser avaliadas apenas pelo exame clínico. Nessas circunstâncias, o ultrassom da face surge para esclarecer dúvidas diagnósticas com segurança, precisão e rapidez.
Centros especializados como a Facenter utilizam esse exame para auxiliar dentistas, otorrinos, dermatologistas e cirurgiões bucomaxilofaciais na condução de seus casos.
O que é o ultrassom da face?
O ultrassom da face é um exame de imagem que utiliza ondas sonoras de alta frequência para formar imagens em tempo real das estruturas superficiais da região facial.
Ele permite observar músculos, glândulas, tecidos subcutâneos, linfonodos e lesões diversas com grande nitidez.
Por ser dinâmico, o ultrassom da face possibilita ao profissional avaliar como os tecidos se comportam durante pequenos movimentos, tornando o exame ainda mais completo e funcional.
Para que serve o ultrassom da face?
O ultrassom da face serve para investigar dores persistentes, inchaços, nódulos, cistos, inflamações, lesões cutâneas e alterações nas glândulas salivares.
É um método que auxilia na diferenciação entre processos infecciosos, inflamatórios e tumorais, além de ser muito útil para orientar tratamentos, acompanhar a evolução de quadros clínicos e esclarecer dúvidas que surgem durante consultas odontológicas ou médicas.
Graças à praticidade e ao excelente custo-benefício, o ultrassom tornou-se um exame de importante escolha para avaliar partes moles da face.
Quais estruturas podem ser avaliadas com o ultrassom da face?
As principais estruturas que podem ser avaliadas com o ultrassom incluem uma ampla variedade de tecidos e regiões que não aparecem bem em exames como o raio-x.
Entre elas, destacam-se:
- Glândulas salivares maiores, como parótidas e submandibulares.
- Glândulas salivares menores distribuídas pela mucosa oral e regiões superficiais.
- Músculos da mastigação, como masseter, temporal e pterigóideos.
- Músculos superficiais da expressão facial.
- Linfonodos presentes nas regiões submandibular, pré-auricular, cervical superficial e faciais diversas.
- Tecidos subcutâneos e gordura superficial.
- Regiões com suspeita de acúmulo de líquido, coleções ou abscessos.
- Vasos sanguíneos superficiais que podem apresentar alterações estruturais ou inflamatórias.
- Lesões cutâneas e subcutâneas, como nódulos, cistos, espessamentos e áreas de inflamação.
- Áreas com suspeita de trauma, hematomas ou alterações pós-procedimentos.
Quando o ultrassom da face é indicado?
A indicação do ultrassom da face ocorre diante de sinais como dor, aumento de volume, assimetrias, presença de nódulos, suspeita de sialolitíase, infecções recorrentes, alterações pós-operatórias e queixas relacionadas à mastigação. Também é solicitado para acompanhar tratamentos dermatológicos e odontológicos e para investigar alterações na musculatura facial.
Quando existe dúvida sobre a origem do processo, o ultrassom da face costuma ser o primeiro exame escolhido.
Qual a diferença entre ultrassom da face e outros exames de imagem, como tomografia ou ressonância?
O ultrassom se diferencia da tomografia e da ressonância por ser um método dinâmico, livre de radiação e especialmente eficiente na avaliação de estruturas superficiais. A tomografia costuma ser indicada quando há necessidade de analisar ossos ou áreas mais profundas, enquanto a ressonância oferece excelente detalhamento para investigar tecidos internos e regiões complexas.
O exame se destaca por proporcionar uma avaliação em tempo real das partes moles, permitindo observar o comportamento dos tecidos durante pequenos movimentos, algo que outros métodos não oferecem.
Ele pode complementar exames mais avançados, em em alguns casos é suficiente para esclarecer dúvidas iniciais e orientar a conduta clínica com precisão.
O ultrassom da face dói ou causa desconforto?
O exame de ultrassom da face não causa dor. O paciente sente apenas o contato de um gel e do transdutor sobre a pele. Mesmo em áreas inflamadas, o desconforto tende a ser mínimo. Trata-se de um exame indolor e bem tolerado.
É necessário preparo especial para fazer o exame?
Não é necessário nenhum preparo especial para realizar o ultrassom da face. O paciente pode se alimentar normalmente, utilizar seus produtos de higiene e comparecer ao exame sem qualquer restrição. Basta manter a pele limpa para facilitar a execução.
Quanto tempo dura o exame de ultrassom da face?
O ultrassom costuma durar entre 10 e 20 minutos, dependendo da área estudada e da complexidade de cada caso. Em situações específicas, o radiologista pode prolongar o tempo para garantir uma análise completa e segura.
Ultrassom da face emite radiação?
O ultrassom não utiliza radiação. Ele funciona por meio de ondas sonoras e, por isso, é considerado seguro para praticamente todos os perfis de pacientes, incluindo crianças, gestantes e idosos.
Quem pode solicitar o ultrassom da face?
O ultrassom da face pode ser solicitado por diferentes especialidades da área da saúde, como dentistas, dermatologistas, otorrinolaringologistas, cirurgiões bucomaxilofaciais e clínicos gerais.
O exame é útil quando há dúvida sobre a origem de um nódulo, dor, inchaço ou assimetria facial, oferecendo uma análise detalhada das partes moles e contribuindo de maneira precisa para o diagnóstico e para a definição da conduta adequada.
Qual é o custo médio do ultrassom da face?
O valor do ultrassom da face pode variar de acordo com a clínica, a região e a complexidade da avaliação.
O ultrassom da face pode auxiliar no diagnóstico de alterações em glândulas salivares, músculos ou lesões cutâneas?
O ultrassom da face é um dos melhores exames para investigar glândulas salivares, músculos e alterações cutâneas. Ele identifica inflamações, obstruções, cálculos, assimetrias, nódulos e espessamentos, além de auxiliar na detecção de cistos, coleções e outras lesões de partes moles.
Por oferecer um diagnóstico rápido e detalhado, desempenha um papel importante na conduta médica e odontológica, especialmente em casos que envolvem dor facial ou alterações visíveis.
O ultrassom da face é utilizado na Harmonização Orofacial (HOF)?
Hoje, o ultrassom da face é utilizado na Harmonização Orofacial (HOF) tanto no pré quanto no pós-procedimento.
No planejamento, ele ajuda o profissional a analisar a anatomia individual do paciente, identificar variações, mapear vasos superficiais e localizar estruturas que precisam ser evitadas durante técnicas como preenchimento, bioestimuladores e toxina botulínica.
Já no acompanhamento pós-procedimento, o ultrassom permite avaliar a evolução clínica, identificar nódulos, edema persistente, áreas de inflamação ou assimetrias, além de auxiliar na tomada de decisão em caso de intercorrências. Por isso, tornou-se um dos exames mais importantes e seguros para quem trabalha com HOF.
Facenter Radiologia Odontológica
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